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HISTÓRIA…DE FATO

PAULO PARANHOS

Ecos da Lava Jato. Depois da enxurrada de nomes que apareceram na lista do Procurador-Geral da República, algumas indagações importantes ficam para nós, simples mortais, contribuintes em todos os níveis e, durante algum tempo, meros espectadores daquilo que faziam com o dinheiro público: a primeira delas diz respeito ao tempo em que essa bandidagem efetivamente arcará com as penas da lei. A sociedade brasileira como um todo quer agilidade no processo de penalização de cada um daqueles que – efetivamente comprovada sua culpa – dilapidaram o Erário com a mais deslavada cara; a outra pergunta é: como ficará o cenário político brasileiro que se aproxima – celeremente, diga-se de passagem – para as eleições de 2018? Que tipo de político emergirá desse mar de lama que atingiu a nação brasileira? Muitos analistas políticos creem que um nome novo deverá surgir, mas, por outro lado, há que se ter o cuidado para que de tudo até aqui acontecido e que deve ainda acontecer, não gere efeitos colaterais, deixando àqueles que sairão vencedores nas urnas consigam ter um mínimo de governabilidade em seus estados e, principalmente, na Presidência da República.

Lamentável e triste a notícia veiculada sobre a intensificação de compra de armamentos pelos países europeus, de acordo com dados dos membros da OTAN, que consideram os últimos acontecimentos na Síria e o assanhamento da Coreia do Norte como um indício de que a Europa precisa urgentemente se rearmar. Mais lamentável ainda foi o pronunciamento do Ministro da Defesa, Sr. Raul Jungmann, dizendo que a Europa é um excelente campo para negócios, mesmo porque o Brasil hoje é um dos maiores fornecedores de munição de armas leves para países membros da OTAN.

O livro ainda é um bom negócio. Que o diga a última pesquisa realizada pelo Sindicato Nacional de Editores de Livros, mostrando que nos três primeiros meses do ano a quantidade de obras comercializadas cresceu 6,89%, sendo o faturamento 7,09% se comparado com igual período do ano passado. É bem verdade que se agrega a esse percentual o faturamento das vendas com livros didáticos que ocorrem geralmente entre janeiro e fevereiro, mais precisamente com o retorno do ano letivo. No entanto, existe a perspectiva de que efetivamente o quadro positivo permaneça, ainda mais que, de acordo com a mesma pesquisa, o preço nas livrarias vem se mantendo, por conta, inclusive, da queda da inflação – ainda que lenta – verificada nos últimos meses.

Na nossa Caxambu louve-se a iniciativa do Legislativo Municipal que aprovou proposta do governo municipal para a alteração do nome do Museu de Caxambu que, através da Lei no 2.324, de 22 de março de 2017, passou a denominar-se Museu Histórico e Genealógico de Caxambu, recuperando a denominação que deveria ter sido originalmente conferida durante a gestão do prefeito Dr. Ferraz Caldas e objeto da Lei no 464, de 26 de setembro de 1970. De igual sorte, no mesmo mês de março também tomou posse o novo Conselho Municipal de Administração do Museu Histórico e Genealógico de Caxambu, além de ter sido empossado, na mesma data, o Conselho Municipal Consultivo do Patrimônio Histórico e Cultural de Caxambu – o COMPAC.

E que tenham todos uma excelente Páscoa!

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* Membro do IHGMG e da Academia Caxambuense de Letras.

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