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PERDA DE INTIMIDADE NO RELACIONAMENTO. QUANDO TUDO VIRA ROTINA

No início dos relacionamentos afetivos, parece que tudo que vivemos com nossa parceira é “um mar de rosas”, imaginamos que estamos em um momento que “nunca irá se acabar”, que, aquilo que vivemos ali, é “para sempre”.

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Aliando-se às crenças de infinitude de bem-estar, de que “aquilo que ocorre será infinito”, há também a reciprocidade do outro, a tentativa de não demonstrar determinados comportamentos e atitudes que, de certa forma, poderiam afastar o (a) amado (a), fazendo com que, todo aquele encanto e felicidade desapareçam.

Inicialmente, a intimidade entre o casal pode ser caracterizada da seguinte forma:

  • Aumento de reciprocidade entre os parceiros.
  • Diminuição de comportamentos ríspidos ou grosseiros.
  • Maior entusiasmo entre as partes, gerando maior comprometimento.
  • Ausência de reclamações sobre as atitudes do outro.

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Na fase intermediária de um relacionamento de longa data, já é possível observar:

  • A necessidade de não demonstrar certas atitudes pessoais.
  • Parcialmente, a indiferença quanto à percepção que o outro terá dos comportamentos que demonstro.
  • Maior oposição em relação ao que o outro quer ou pede.
  • Menor comunicação entre as partes.

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Por fim, depois de muito tempo em um relacionamento, considerando-se todos os itens, comportamentos e tópicos citados, é evidente que haverá uma redução considerável, senão redução completa deles.

Neste sentido, obviamente, àqueles casais que queiram manter um bom e saudável relacionamento, é importante atentarem-se às seguintes orientações:

  • Como anda a comunicação entre você e sua (seu) parceiro (a)?
  • Você tem a flexibilidade, como antes, de ouvir, procurar entender o que ele (ela) tem a dizer sobre você?
  • Você demonstra as mesmas capacidades de estar plenamente em seu relacionamento?
  • Há algo que lhe incomoda no outro e você não consegue dizer?
  • O que tem feito de errado que, de uma forma ou de outra, impedem-no (na) de ter a capacidade de se abrir ao seu (sua) parceiro (a)?

Relacionamentos saudáveis e bem-sucedidos são possíveis!

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Contudo, é necessário, cotidianamente, quiçá de hora em hora, ter dedicação, empatia (colocar-se no lugar do outro), comprometimento, fidelidade e, principalmente, amor!

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